Procurando alguma revista feminina no mecanismo de busca do Google, encontrei o site da Revista Cláudia com uma matéria que me chamou atenção. Intitula-se "Oráculo". Tratava-se simplesmente de um jogo de baralho cigano e outro de baralho comum, ambos interativos e com uma breve descrição de como funcionam e para que servem (jogue aqui). Muito simples, para jogadoras iniciantes, basta embaralhar as cartas, que na verdade se embaralham sozinhas clicando num botão e fazer uma pergunta objetiva, como: "No próximo mês terei sucesso profissional?" ou "No próximo ano vão me pedir em casamento?" e depois arrastar três cartas para o centro do pentagrama. A resposta da pergunta está a um clique, que é quando as cartas são reveladas para que se possa ler o significado delas e tirar as suas próprias conclusões.
Ok, até aí tudo bem. Embaralhei minhas cartas, pensei muito forte numa pergunta bem objetiva, descobri o meu futuro, tudo certo. Vou ser feliz com um pouquinho de dificuldades, mas quem não passa por elas, não é mesmo? As respostas até bateram, fazem sentido... Ah meu deus! O jogo de baralho espiritual da Revista Cláudia funciona mesmo! Funciona mesmo? É óbvio que fui perguntar ao baralho: ele me disse um monte de coisas que eu não entendi. Mas nesse ponto eu já estava tão apegada a ele que comecei inclusive a filosofar sobre o fato de não entender. Muitas coisas. Decidi por refazer a pergunta inicial que gerou toda essa desconfiança num inocente baralho interativo.
"Bláblábláblá blábláblá blá blá?". Vocês não acham que vão acabar sabendo a minha pergunta, né?
Batata! Não, essa não era a carta. Seria: "As nuvens" e "A âncora". As mesmas cartas da jogada anterior, a terceira carta foi substituída por "Os peixes" que incrivelmente tem o significado semelhante à outra. Assim como o jogo do baralho comum, que consiste em colocar cinco cartas no pentagrama, sendo uma em cada ponta, e assim promete uma leitura do panorama dos próximos três meses da sua vida. Assustador! E um pouco enjoativo. Afinal, enquanto eu jogo deixo de fazer um monte de coisas que me levariam diretamente a resposta da minha pergunta ou aos próximos três meses bem sucedidos da minha vida. Ou não. Só Deus sabe, ou talvez o oráculo da Cláudia. Vou lá perguntar a ele, daqui a três meses volto para responder.
Nota: todo mundo precisa de uma cartomante ou do oráculo da Revista Cláudia de vez em quando, nem que seja para passar o tempo.
Ok, até aí tudo bem. Embaralhei minhas cartas, pensei muito forte numa pergunta bem objetiva, descobri o meu futuro, tudo certo. Vou ser feliz com um pouquinho de dificuldades, mas quem não passa por elas, não é mesmo? As respostas até bateram, fazem sentido... Ah meu deus! O jogo de baralho espiritual da Revista Cláudia funciona mesmo! Funciona mesmo? É óbvio que fui perguntar ao baralho: ele me disse um monte de coisas que eu não entendi. Mas nesse ponto eu já estava tão apegada a ele que comecei inclusive a filosofar sobre o fato de não entender. Muitas coisas. Decidi por refazer a pergunta inicial que gerou toda essa desconfiança num inocente baralho interativo.
"Bláblábláblá blábláblá blá blá?". Vocês não acham que vão acabar sabendo a minha pergunta, né?
Batata! Não, essa não era a carta. Seria: "As nuvens" e "A âncora". As mesmas cartas da jogada anterior, a terceira carta foi substituída por "Os peixes" que incrivelmente tem o significado semelhante à outra. Assim como o jogo do baralho comum, que consiste em colocar cinco cartas no pentagrama, sendo uma em cada ponta, e assim promete uma leitura do panorama dos próximos três meses da sua vida. Assustador! E um pouco enjoativo. Afinal, enquanto eu jogo deixo de fazer um monte de coisas que me levariam diretamente a resposta da minha pergunta ou aos próximos três meses bem sucedidos da minha vida. Ou não. Só Deus sabe, ou talvez o oráculo da Cláudia. Vou lá perguntar a ele, daqui a três meses volto para responder.
Nota: todo mundo precisa de uma cartomante ou do oráculo da Revista Cláudia de vez em quando, nem que seja para passar o tempo.